Desde que me conheço que gosto de histórias e em criança tinha o desejo nada secreto de ser escritora.
Hoje em dia, dedico-me a transformar em palavras as faíscas da minha imaginação e vivo o meu propósito de tocar o coração dos meus leitores e fazer a diferença no mundo através da minha escrita, incentivando miúdos e graúdos a manter o hábito da leitura e da escrita.
Mas nem sempre foi assim.
Apesar de sempre ter gostado de escrever, também sempre achei que não era possível viver da escrita, daí nunca me ter dedicado a ela como forma de subsistência, tendo optado por seguir a via convencional de tirar uma licenciatura e mestrado e trabalhar numa área específica.
Foi assim que tirei a licenciatura em tradução pela Universidade de Lisboa e o mestrado em português língua não materna pela Universidade do Minho, entre muitas outras formações na área das ciências da linguagem.
O ser uma pessoa muito organizada (tanto na minha vida escolar e académica, como profissional), trouxe-me benefícios, mas também o aumento da ansiedade, uma vez que queria fazer tudo e da maneira mais perfeita possível.
Durante muito tempo, estive demasiado ocupada a «marcar um visto» no que a sociedade considera o habitual a fazer-se.
O meu dia-a-dia era tudo menos saudável. Dormia pouco e mal, saía de casa à pressa, corria atrás dos transportes públicos, onde ia que nem uma sardinha enlatada até ao emprego, trabalhava até à exaustão para nem sequer receber uma palavra de agradecimento ou de reconhecimento, comia a coisa mais barata que me aparecia à frente, e rebobinava tudo até regressar a casa (uma vez que já tinha desistido do ginásio), onde, nos dias melhores, fazia mecanicamente as tarefas domésticas imprescindíveis e, nos dias piores, me enfiava na cama a ver televisão para não ter de pensar em mais nada. No dia seguinte, o mesmo.
No entanto, apesar de ter cumprido a minha parte do acordo, tudo o que a sociedade me disse que traria estabilidade («estuda e terás um bom trabalho»; «recebe um ordenado e terás estabilidade»), não trouxe. Para piorar, todo este processo contribuiu para a deterioração da minha saúde, tanto física como mental.
Depois de alguns «sustos» em algumas áreas da minha vida, apercebi-me de que não podia continuar como estava. Após tantos anos a fazer tudo o que era suposto e a não obter o que me tinha sido prometido, decidi parar e refletir sobre a minha vida, embarcando num intenso processo de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Tendo identificado o que me fazia feliz e definido o meu estilo de vida ideal, e até o meu dia ideal, dependia de mim desbravar o caminho para chegar lá.
Foi então que decidi criar um estilo de vida equilibrado que me permitisse dedicar àquilo que mais gostava de fazer, entre várias coisas, a escrita.
Depois, decidi ir mais longe e profissionalizar o meu talento para a escrita. Foi assim que em 2017 surgiu a marca pessoal Ana Viegas e em 2019 a marca Calo no Dedo®.

De escritora que não escrevia porque nunca tinha tempo para escrever e achava que que não era possível viver da escrita, a escritora com um estilo de vida equilibrado, que se dedica ao que mais ama, é motivada e criativa, publica regularmente e com qualidade as suas obras e vive em plena abundância da sua paixão.
Esta foi a minha jornada e é nela que te quero levar comigo: uma verdadeira jornada de paixão e abundância pela escrita. Porque o mundo merece ler o que escreves!
Vamos levar a tua escrita ao próximo nível?
- Consultoria de escrita e publicação
Se queres escrever ou publicar um livro, mas não sabes por onde começar, opta pela consultoria de escrita.
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Esta análise não é uma crítica, mas sim uma apreciação construtiva e respeitadora da tua obra, pensada para te dar confiança, clareza e direção.
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Esta revisão é a última etapa antes de partilhares o teu livro com o mundo e vai garantir que o fazes com confiança e qualidade.
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Se escreveste um livro em inglês ou espanhol e pretendes a sua revisão para português europeu, opta pela tradução de obra literária.
O serviço de tradução literária foi concebido para escritores, editoras e agentes que valorizam a fidelidade ao texto original, a sensibilidade literária e a fluidez da leitura.
Porque o mundo merece ler o que escreves!


