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Histórias de ficar com um calo no dedo | Baralho de escrita criativa

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Descrição

O papel em branco não assusta quem tem as cartas certas na mão. «Histórias de ficar com calo no dedo» é um baralho de 43 cartas ilustradas que transforma o bloqueio criativo numa história com personagens, acontecimentos, locais e tempo. Para crianças que ainda não lêem (usam as ilustrações), para jovens escritores dos 8 aos 12 anos e para qualquer adulto que prefira escrever a ficar parado a olhar para o ecrã.

 

Um baralho que gera histórias (e caleja os dedos)

«Histórias de ficar com calo no dedo» é um baralho de cartas ilustradas, criado para destravar a imaginação e pôr os jovens escritores a escrever.

Baralhas, tiras ao calhas, descobres a história que vais escrever e depois é só escrever até ficares com um valente calo no dedo!

 

O que está dentro da caixa

O baralho é composto por 43 cartas ilustradas, organizadas em 6 grupos:

  • 10 cartas «Quem?»: personagens engraçadas para pôr no centro da história;
  • 10 cartas «O quê?»: acontecimentos hilariantes que põem a trama em movimento;
  • 10 cartas «Quando?»: períodos temporais caricatos que situam a ação;
  • 10 cartas «Onde?»: locais cómicos onde tudo se passa;
  • 1 carta «Como?» e 1 carta «Porquê?»: as perguntas que ficam sempre à vista, para que sejas tu a imaginar a explicação e o motivo;
  • 1 carta de instruções: para começares a jogar sem dúvidas.

 

Como se joga

Pegas no teu caderno de escrita criativa, num lápis e numa borracha. Tiras ao calhas uma carta de cada grupo («Quem?», «O quê?», «Quando?» e «Onde?»), anotas os tópicos e deixas as cartas «Como?» e «Porquê?» viradas para cima, para que sejas tu a dar-lhes resposta. Nesse momento, tens 6 tópicos reunidos: personagem, acontecimento, período temporal, local, explicação e motivo. Não há uma história igual à outra. Dás largas à imaginação e escreves até ficar com um calo no dedo!

 

Para quem é este baralho

O baralho «Histórias de ficar com calo no dedo» foi pensado para:

  • Crianças que ainda não sabem ler: usam as ilustrações para criar histórias oralmente;
  • Jovens leitores e escritores dos 8 aos 12 anos: o público central, que usa o baralho como ponto de partida para textos escritos;
  • Adultos, professores, bibliotecários e mediadores culturais: para dinamizar oficinas de escrita criativa, clubes de leitura e atividades em contexto escolar ou comunitário.

 

O que desenvolve este baralho

Mais do que um jogo, o baralho é uma ferramenta de escrita criativa que capacita jovens leitores e escritores para:

  • Estruturar narrativas com coerência (quem, o quê, quando, onde, como e porquê);
  • Desenvolver a curiosidade, a imaginação e a autonomia criativa;
  • Criar o hábito de escrever de forma regular e com prazer;
  • Superar o bloqueio da página em branco sem depender de um adulto;
  • Construir uma voz de autor própria, a cada história que escreve.

 

Ficha técnica

  • Número de cartas: 43
  • Formato das cartas: 7x12 cm
  • Papel das cartas e da caixa: Reciclado Cyclus 300g
  • Acabamento das cartas: Cantos arredondados, sem plastificação
  • Produzido em Portugal, com respeito pela sustentabilidade que orienta toda a linha editorial da Calo no Dedo

 

Produzido em Portugal, por uma algarvia com raízes alentejanas

O baralho «Histórias de ficar com calo no dedo» é uma criação de Ana Viegas, escritora portuguesa, autora de todos os livros e programas da Calo no Dedo®. Não é uma plataforma anónima. É uma escritora a falar diretamente a jovens escritores. Porque já foi um deles.

 

Ideal para oferecer

Um baralho de cartas de escrita criativa é um presente com utilidade real, pois não fica numa prateleira. É uma oferta pensada para crianças e jovens dos 8 aos 12 anos que preferem ficar com um calo no dedo a ficar no sofá (e para os pais e educadores que sabem que a prática faz o mestre).

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As atividades são disponibilizadas de forma segura através da app LDT e os downloads são disponibilizados de forma segura através da app Digital Downloads (Shopify).

As atividades lúdico-didáticas estão disponíveis online e em formato PDF.

Online

Se preferires ou não tiveres impressora, podes ler as atividades no ecrã e realizá-las no teu caderno de escrita.


Ficheiros em formato PDF

O formato PDF é um formato muito simples e compatível com praticamente todos os dispositivos.

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  • Podes imprimir e realizar as atividades em papel.
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Retrato de Ana Viegas ao ar livre, com árvores ao fundo.

Olá, o meu nome é Ana Viegas!

Sou escritora e a fundadora da Calo no Dedo® – Editora, Livraria e Academia de Escrita.

Cresci rodeada de livros e a criar histórias, com o desejo nada secreto de ser escritora. Até ao momento, já publiquei mais de 30 livros!

A minha dissertação de mestrado foi sobre atividades de leitura recreativa e de escrita criativa, uma investigação académica que me fez perceber a fundo o que funciona e o que não funciona no que toca a ler e a escrever por gosto. Foi graças a esta investigação que escrevi 3 livros de oficinas, todos publicados pela Lidel Edições Técnicas.

 

Criei o «Clube de jovens escritores com calo no dedo» porque já fui uma jovem escritora com a cabeça cheia de ideias e sem saber ao certo o que fazer com elas. Quando precisei, não encontrei nada como o Clube, por isso, quando cresci, criei-o eu própria. 

Cada desafio que encontras aqui passou pelas minhas mãos. Estás a receber o trabalho direto de uma escritora que ainda se lembra muito bem do que é ter 12 anos e uma história para contar :)

Sabe mais sobre a Calo no Dedo®

A marca

Investigação e rigor

As atividades do Clube advêm de anos de investigação e prática real: uma dissertação de mestrado especificamente em leitura recreativa e escrita criativa e 3 livros de oficinas publicados.

Feito por uma escritora. Para jovens escritores.

Cada atividade, desafio e palavra do Clube foi criada por mim. Uma escritora que ainda se lembra muito bem de ter a cabeça cheia de histórias e não saber o que fazer com elas. O teu filho não está a usar uma plataforma qualquer, está a receber o trabalho direto de alguém que já esteve na sua pele.

Imaginação e criatividade

O foco do Clube não é ensinar regras de escrita. É dar ao jovem escritor as ferramentas para nunca ficar parado à espera de inspiração: desafios que desbloqueiam, atividades que expandem, ideias que puxam outras ideias. A criatividade e a imaginação não crescem sozinhas, mas, sim, quando são trabalhadas com regularidade e com os estímulos certos.

Competências para a vida

Quem escreve aprende a organizar o pensamento antes de o pôr por palavras. Aprende a escolher as palavras certas. Aprende a expressar-se com clareza e voz própria. São capacidades que não ficam no caderno nem nas férias de verão. Ficam no jovem escritor e vão consigo para todo o lado.

Destaque em

Perguntas Frequentes

É um conjunto de cartas ilustradas que funciona como ponto de partida para escrever histórias. Em vez de começar com o papel em branco, a criança tira cartas ao calhas e descobre os elementos da história que vai escrever: a personagem, o acontecimento, o local e o período temporal. O resultado é sempre diferente e sempre individual.

Sim. E talvez ainda mais do que para quem está a começar. O baralho não ensina a escrever: desafia quem já escreve a criar histórias fora da sua zona de conforto. As combinações de cartas são imprevisíveis e obrigam a trabalhar com personagens, locais e acontecimentos que a criança nunca escolheria por iniciativa própria. É exatamente isso que desenvolve a voz de autor.

O baralho foi criado precisamente para quem trava diante do papel em branco. A aleatoriedade das cartas retira a pressão de «ter de inventar»: o jovem escritor não precisa de saber o que vai escrever antes de começar. Descobre ao tirar as cartas. A escrita torna-se consequência natural do jogo, não uma tarefa.

O baralho inclui uma carta de instruções e foi desenhado para ser usado de forma autónoma. A partir dos 8 anos, a criança consegue jogar e escrever sem acompanhamento. Para crianças mais novas, que ainda não lêem, as ilustrações das cartas são suficientes para criar histórias oralmente, com ou sem a ajuda de um adulto.

O baralho «Histórias de ficar com calo no dedo» foi pensado para ser usado em casa, sem preparação prévia e sem necessidade de acompanhamento de um adulto. A criança baralha, tira cartas, anota os tópicos e escreve. Pode jogar sozinha, com irmãos ou com os pais e o resultado é uma história diferente de cada vez.

O bloqueio criativo resolve-se com um ponto de partida concreto. Quando a criança não tem de inventar tudo do zero, a escrita deixa de ser uma tarefa e passa a ser uma consequência do jogo. O baralho «Histórias de ficar com calo no dedo» funciona exatamente assim: primeiro joga-se, depois escreve-se.

Uma criança que já tem livros em casa precisa de algo que a ponha a criar, não apenas a consumir. O baralho «Histórias de ficar com calo no dedo» é uma prenda com utilidade concreta: cada utilização gera uma história nova e a criança sai sempre com algo escrito por si própria. Para jovens escritores dos 8 aos 12 anos que preferem ficar com um calo no dedo a ficar no sofá.

Sim. O baralho é usado por professores, bibliotecários e mediadores culturais em contexto escolar e comunitário. Como cada combinação de cartas gera uma história diferente, pode ser usado repetidamente com o mesmo grupo sem repetir resultados. É uma ferramenta de dinamização de oficinas de escrita criativa que não exige preparação prévia.

Sim. As cartas e a caixa são produzidas em papel reciclado Cyclus 300g e sem plastificação. É um produto físico produzido em Portugal, de acordo com o compromisso de sustentabilidade que orienta toda a linha editorial da Calo no Dedo.

O baralho é a primeira página da jornada do jovem escritor na Academia de escrita Calo no Dedo. O passo seguinte é o «Clube de jovens escritores com Calo no Dedo», um programa de subscrição com oficinas mensais de escrita criativa para jovens dos 8 aos 12 anos.